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	<title>José Eduardo Eufrazio do Nascimento, Autor em O Cinema É</title>
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	<title>José Eduardo Eufrazio do Nascimento, Autor em O Cinema É</title>
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		<title>Xica da Silva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Eduardo Eufrazio do Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 03:47:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em Xica da Silva, que retorna aos cinemas em 4K em alusão aos seus 50 anos, é dirigido e escrito por Cacá Diegues e é uma verdadeira experiência dentro de uma sala de cinema. A trama se passa na segunda metade do século XVIII. João Fernandes (Walmor Chagas), um contratador de diamantes da coroa portuguesa, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em <em>Xica da Silva</em>, que retorna aos cinemas em 4K em alusão aos seus 50 anos, é dirigido e escrito por Cacá Diegues e é uma verdadeira experiência dentro de uma sala de cinema. A trama se passa na segunda metade do século XVIII. João Fernandes (Walmor Chagas), um contratador de diamantes da coroa portuguesa, se apaixona pela escrava negra Xica da Silva (Zezé Motta) e a transforma na Rainha do Diamante, satisfazendo todos os seus desejos, que são bem extravagantes por sinal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra me surpreendeu por ser visualmente brilhante e carregada por uma performance absurda da Zezé Motta, que me arrancou fortes risadas pela trama. Zezé consegue trazer humor e drama para a história; toda vez que ela está em tela, é uma presença! Mas esse tom cômico presenciado no elenco no geral é um problema. O filme fica muito no mesmo, até que chega o Conde (José Wilker), que até parece bobão, mas é astuto. Ele até dá uma esperança de que o filme vai trazer novos rumos, mas o longa manteve a comicidade, o que me cansou, para ser sincero. Mas a obra guarda o impacto para o final, onde Zezé Motta reflete a sua versatilidade, mostrando uma Xica que antes vivia rindo em uma Xica impactada.</p>


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			<p>Em Xica da Silva, que retorna aos cinemas em 4K em alusão aos seus 50 anos, é dirigido e escrito por Cacá Diegues e é</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por fim, <em>Xica da Silva</em> é uma obra essencial para ser vista no cinema, ainda mais agora com a riqueza visual da restauração em 4K. Mesmo com os problemas de narrativos decorrentes pelo excesso de comicidade, a força de sua fotografia e a atuação magistral de Zezé Motta garantem uma experiência digna da telona. Apesar de seus defeitos, continua sendo um baita filme.</p>
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		<title>House Of The Dragon  &#124; Temporada 3 – Episódio 4</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Eduardo Eufrazio do Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 03:36:56 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Em <em>House Of The Dragon</em>, a guerra continua avançando, mas esse quarto episódio da terceira temporada dá uma bela desacelerada e fica um pouco abaixo dos anteriores. Continuando diretamente a partir dos acontecimentos do episódio 3, o enredo mostra o avanço implacável dos Verdes quando Ormund Hightower (James Norton) invade Tumbleton e toma a cidade, estando acompanhado de Daeron Targaryen (Benjamin Evan Ainsworth) e elevando a temperatura do confronto. O grande acerto do episódio é explorar com precisão a paranoia crescente de Rhaenyra, que ficou completamente revoltada quando descobre que Ormund a enganou entregando outro menino no lugar do filho de Alicent. Agora, ela está obcecada em descobrir a identidade do voador de Rouba-Ovelhas por ter a certeza de que ele é o verdadeiro culpado pela trágica morte de seu filho Jace na Batalha da Goela.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">O clímax do episódio de <em>House Of The Dragon</em> se constrói na percepção de que os segredos mais perigosos vêm de dentro da própria família. É fascinante observar Daemon (Matt Smith) descobrindo que a montadora do dragão é, na verdade, Rhaena (Phoebe Campbell). Em nesse raro momento de proteção, ele escolhe blindar a filha e mente para Rhaenyra (Emma D&#8217;arcy). Mas Rhaenyra não se sente convencida e passa a desconfiar de Daemon. Emma passa muito bem essa sensação de desconfiança, mostrando o que me parece uma Rhaenyra totalmente diferente, que após a morte de Jace (Harry Collett) surge mais tirana e cruel. Esse impasse entre o casal introduz uma ótima camada de suspense, mostrando que a aliança dos Pretos está rachando.</p>
</p>
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			<a href="https://ocinemae.com.br/critica_de_seriado/house-of-the-dragon-4/" >
				House Of The Dragon  | Temporada 3 – Episódio 4			</a>
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			<p>Em House Of The Dragon, a guerra continua avançando, mas esse quarto episódio da terceira temporada dá uma bela desacelerada e fica um pouco abaixo</p>
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</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, <em>House Of The Dragon</em> mesmo trazendo de volta aquela pegada política que lembra os velhos tempos de <em>Game of Thrones</em>, o episódio 4 funciona mais como um ponto de transição, mostrando que a série sabe prender a atenção com diálogos e conspirações, mesmo que falte aquele impacto no roteiro que os três episódios anteriores tiveram.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">
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		<title>O Pitch</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Eduardo Eufrazio do Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 01:47:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em O Pitch, sob a direção de Joaquim Haickel e Coi Beluzzo, escrito por Haickel, acompanha um diretor e uma produtora que viajam a São Luís do Maranhão para conhecer cinco personas que carregam um amor ao cinema; e, nesse amor, existem histórias que vão nos fazer rir, chorar, se emocionar e se impactar. Afinal, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em <em>O Pitch</em>, sob a direção de Joaquim Haickel e Coi Beluzzo, escrito por Haickel, acompanha um diretor e uma produtora que viajam a São Luís do Maranhão para conhecer cinco personas que carregam um amor ao cinema; e, nesse amor, existem histórias que vão nos fazer rir, chorar, se emocionar e se impactar. Afinal, essa é a magia do cinema.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">A premissa é deliberadamente simples, mas rica em subtextos: acompanhamos o processo de <em>pitching</em> (a venda de uma ideia para produtores ou investidores), onde um diretor e sua produtora buscam uma história que fuja dos padrões do cinema brasileiro. O grande trunfo do roteiro, no entanto, é a forma como injeta dinamismo e humor nessa sala através de citações diretas a dois gigantes do cinema mundial: Pedro Almodóvar e Quentin Tarantino, por meio das histórias.</p>
</p>
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			<a href="https://ocinemae.com.br/critica_de_filme/a-odisseia/" >
				A Odisseia			</a>
		</span>
				<div class="elementor-post__excerpt">
			<p>Christopher Nolan é um dos mais respeitados cineastas da atualidade. Construiu essa reputação, também, com seu trabalho de roteirista. É alguém interessado em estruturas narrativas</p>
		</div>
				</div>
				</article>
				</div>
		
						</div>
				</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		
</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">A inclusão dessas referências transforma o <em>pitch</em> em um verdadeiro papo de cinema. Ao evocarem Almodóvar, os personagens buscam o melodrama escrachado, as cores saturadas e a intensidade das relações viscerais. A invocação de Tarantino traz o contrapeso perfeito: a ironia ácida e a violência. Esse choque entre a dramaticidade passional do cinema espanhol e o fetiche estético do cinema americano enriquece o texto de Haickel, que, a partir dessa metalinguagem, afasta o filme do clichê e o aproxima do público pelo amor universal pelo cinema.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>O Pitch</em> ganha tração na tela graças ao dinamismo e à entrega de seu elenco. A química entre Áurea Maranhão e Breno Nina é o que faz a história andar, equilibrando o peso dramático com a comicidade das narrativas contadas através das personas. O suporte do elenco composto majoritariamente maranhense ajuda a criar a atmosfera de autenticidade necessária para que os relatos das cinco histórias não pareçam tramas aleatórias do filme, mas sim histórias com potencial.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, <em>O Pitch</em> se revela muito maior do que sua premissa inicial sugere. Não se trata apenas de um filme sobre histórias para se fazer cinema, mas sim sobre o amor dessas pessoas colocado através de seus relatos; pessoas que cresceram vendo <em>Titanic</em>, <em>Pulp Fiction</em>, <em>Tudo Sobre Minha Mãe</em>&#8230; Joaquim Haickel reafirma que fazer cinema é, antes de tudo, um ato de paixão. <em>O Pitch</em> se consolida como uma pequena, vibrante e cinéfila janela para o mundo.</p></p>
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		<title>Enola Holmes 3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Eduardo Eufrazio do Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 01:04:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em Enola Holmes 3, sob a direção de Philip Barantini e escrito por Jack Thorne, retoma os acontecimentos de seus antecessores. Na trama, vemos uma Enola (Millie Bobby Brown) muito mais madura em relação à sua jornada no geral e prestes a se casar com Tewkesbury (Louis Partridge), só que a protagonista o abandona no [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em<em> Enola Holmes 3</em>, sob a direção de Philip Barantini e escrito por Jack Thorne, retoma os acontecimentos de seus antecessores. Na trama, vemos uma Enola (Millie Bobby Brown) muito mais madura em relação à sua jornada no geral e prestes a se casar com Tewkesbury (Louis Partridge), só que a protagonista o abandona no altar ao saber que seu irmão, Sherlock Holmes (Henry Cavill), foi sequestrado. A partir disso, ela corre contra o tempo para impedir que algo trágico aconteça com seu irmão.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">A direção de Barantini surpreende ao trazer uma Enola Holmes mais madura, mas sinto que ele não reconhece a personagem. O diretor dos dois primeiros filmes, Harry Bradbeer, saiu da direção, e eu senti isso durante o filme. A construção dos fatos até Enola encontrar a identidade do antagonista também é bem interessante e lembra um pouco os anteriores, mas não consegue o êxito que Bradbeer conseguia fazer. A trama acaba sendo muito clichê; o antagonista usado é péssimo, pois busca vingança contra Sherlock pelo fato de ele ter apenas atrapalhado seus planos no filme anterior, uma motivação rasa que empobrece a narrativa, parecendo um vilão do Scooby-Doo. A participação da mãe de Enola, Eudoria Holmes (Helena Bonham Carter), ao meu ver, deixou a trama, que já era arrastada, mais arrastada ainda. Porém, o filme se esforça para buscar a essência da personagem construída em filmes anteriores, e eu vejo a personagem totalmente desconexa disso.</p>
</p>
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			<a href="https://ocinemae.com.br/critica_de_filme/a-odisseia/" >
				A Odisseia			</a>
		</span>
				<div class="elementor-post__excerpt">
			<p>Christopher Nolan é um dos mais respeitados cineastas da atualidade. Construiu essa reputação, também, com seu trabalho de roteirista. É alguém interessado em estruturas narrativas</p>
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</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a trama ter seus defeitos, também tem seus pontos positivos. Um deles é o Dr. Watson (Himesh Patel), que forma uma boa dupla com a personagem de Millie Bobby Brown. Mas o coração do filme está na relação entre Enola e Tewkesbury, e parte disso vem muito da Millie e do Louis.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">No geral, <em>Enola Holmes 3</em> peca ao entregar uma história que não faz jus ao legado construído anteriormente, entregando um antagonista ridículo e tosco, mas acerta na relação de seus personagens.</p></p>
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		<title>House Of The Dragon  &#124; Temporada 3 &#8211; Episódio 3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Eduardo Eufrazio do Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 02:38:32 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Em <em>House of the Dragon</em>, vemos que a guerra sempre trouxe pesos graves, mas, nesse terceiro episódio da terceira temporada, a série entrega uma trama política que traz boas lembranças da era de ouro de <em>Game of Thrones</em>. Continuando a partir das consequências da Batalha da Goela, o enredo mostra o desafio de Rhaenyra para conquistar a confiança dos cidadãos de <em>King&#8217;s Landing</em> e como isso a fará tomar medidas drásticas. O grande acerto do episódio é explorar com precisão a vulnerabilidade do reinado de Rhaenyra diante da fome, do medo e do povo.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">O clímax do episódio se constrói na percepção de que a diplomacia é falha. É fascinante observar como esse impasse faz com que Rhaenyra comece a tomar medidas que a fazem não reconhecer a si mesma. A atuação de Emma D&#8217;Arcy novamente rouba a cena nessa transição da personagem entre o &#8220;antes&#8221; e o &#8220;depois&#8221; do luto. A rainha que antes buscava a paz agora compreende que, para ter o que é seu por direito, precisará adotar a mesma crueldade que repudiava em seus opositores.</p>
</p>
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			<p>Em House Of The Dragon, a guerra continua avançando, mas esse quarto episódio da terceira temporada dá uma bela desacelerada e fica um pouco abaixo</p>
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</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, Rhaenyra começa uma caça desenfreada a Aegon, Aemond e Rouba-Ovelhas, buscando vingança pela morte de seu filho Jacaerys na Batalha da Goela e para que não haja sucessores dos Verdes ao trono. Essa postura da rainha incomoda os nobres, assemelhando-se a algo tirânico. Além disso, a trama começa a introduzir o filho mais novo de Alicent e Viserys: Daeron Targaryen. Além das primeiras desavenças com seus próprios aliados.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com diálogos afiados que remetem aos tempos de ouro de <em>Game of Thrones</em>, <em>House of the Dragon</em> entrega, nesse episódio 3, uma trama política que prova que a série não necessita de dragões para atingir seu ápice, mas sim do impacto de certas decisões.</p></p>
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		<title>House Of The Dragon &#124; Temporada 3 &#8211; Episódio 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Eduardo Eufrazio do Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 02:35:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em House of the Dragon, vemos que a guerra sempre trouxe pesos graves, mas, nesse segundo episódio da terceira temporada, a série entrega uma das coisas mais dolorosas até aqui. Continuando a partir das consequências da Batalha da Goela, o enredo mostra como uma vitória pode ter um preço devastador. O preço dessa vitória foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em <em>House of the Dragon</em>, vemos que a guerra sempre trouxe pesos graves, mas, nesse segundo episódio da terceira temporada, a série entrega uma das coisas mais dolorosas até aqui. Continuando a partir das consequências da Batalha da Goela, o enredo mostra como uma vitória pode ter um preço devastador. O preço dessa vitória foi a morte de Jace, o que muda completamente o rumo das coisas.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na primeira metade do episódio, vemos uma Rhaenyra completamente abalada e afogada no luto. Quem a tira desse abismo é Daemon (Matt Smith): em uma dinâmica intensa, ele canaliza a dor e a transforma em vingança, convencendo-a de que a única resposta para a morte de Jace é o Trono de Ferro.</p>
</p>
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				House Of The Dragon  | Temporada 3 – Episódio 4			</a>
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			<p>Em House Of The Dragon, a guerra continua avançando, mas esse quarto episódio da terceira temporada dá uma bela desacelerada e fica um pouco abaixo</p>
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						</div>
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				</div>
		
</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">O resultado disso é um clímax avassalador. Rhaenyra invade King&#8217;s Landing e toma o tão sonhado Trono de Ferro. Quando a personagem assume o posto, a direção deixa claro que aquela não é a Rhaenyra diplomática que vimos antes; essa é uma personagem que a perda mudou totalmente. Muito disso vem a partir da performance visceral de Emma D&#8217;Arcy, entregando versatilidade na personalidade de Rhaenyra.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">A prova disso vem com a execução de Otto Hightower. Ao executar o principal traidor de Viserys, Rhaenyra não apenas elimina um inimigo político, mas destrói a raiz de onde tudo ocorreu. Ela cansa de negociar e passa a governar pela força.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, <em>House of the Dragon</em> entrega um episódio brilhante que equilibra a dor de seus personagens com um grande avanço na trama. Os Pretos conquistaram o trono, mas com consequências devastadoras.</p></p>
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		<title>Franz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Eduardo Eufrazio do Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:53:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No longa Franz, dirigido pela aclamada cineasta polonesa Agnieszka Holland e escrito por Marek Epstein, acompanhamos um retrato impressionista, complexo e íntimo de Franz Kafka (1883–1924), um dos escritores mais aclamados do século XX até os dias de hoje. Longe de ser uma biografia tradicional, a narrativa que Holland introduz funciona como uma espécie de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p class="wp-block-paragraph">No longa <em>Franz</em>, dirigido pela aclamada cineasta polonesa Agnieszka Holland e escrito por Marek Epstein, acompanhamos um retrato impressionista, complexo e íntimo de Franz Kafka (1883–1924), um dos escritores mais aclamados do século XX até os dias de hoje. Longe de ser uma biografia tradicional, a narrativa que Holland introduz funciona como uma espécie de mosaico que mescla a realidade de Kafka com elementos de sua imaginação literária.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">A trama acompanha Kafka desde a sua infância em Praga, sob o domínio austro-húngaro, passando por uma relação problemática com seu pai autoritário, seus amores e sua batalha contra a tuberculose. Ao mesmo tempo, a história projeta o impacto de sua obra no futuro, refletindo como um homem que passou a vida sendo um burocrata e pediu para que seus manuscritos fossem queimados acabou prevendo os horrores totalitários dos dias atuais.</p>
</p>
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			<p>Christopher Nolan é um dos mais respeitados cineastas da atualidade. Construiu essa reputação, também, com seu trabalho de roteirista. É alguém interessado em estruturas narrativas</p>
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</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">A direção de Agnieszka Holland me impressionou e impactou de verdade. Em parceria com Marek, o filme flui muito bem na pegada dramática, sustentado pela incrível atuação de Idan Weiss como Kafka. Ao mesmo tempo que Kafka é misterioso, ele se entrega por inteiro à sua maior paixão: a literatura. Além disso, o longa surpreende ao abraçar o humor peculiar do autor, me arrancando fortes risadas. Apesar de o longa transitar entre os acontecimentos de sua vida, ele usa os pensamentos de Kafka como uma quebra da quarta parede, nos levando direto à mente dele, além de trazer os pontos de vista dos personagens à sua volta. Contudo, a obra tem seus deslizes em certos momentos, mas nada que atrapalhe. A fotografia é deslumbrante, um espetáculo.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, <em>Franz</em> triunfa ao transformar a melancolia biográfica em pura poesia visual. É uma obra que impressiona pela direção segura de Holland, pela escrita perspicaz e por uma fotografia apaixonante, mas que encontra sua alma definitiva na atuação catártica e magnética de Idan Weiss.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">
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		<title>O Velho Fusca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Eduardo Eufrazio do Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:24:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No longa O Velho Fusca, dirigido por Emiliano Ruschel e escrito por Bill Labonia, acompanhamos o jovem Junior (Caio Manhente), de 18 anos, que, em busca de seu lugar no mundo, descobre um velho Fusca 76 na garagem de seu avô Batista (Tonico Pereira) — um velho durão, amargurado e &#8220;pocas ideia&#8221;, por assim dizer. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No longa <em>O Velho Fusca</em>, dirigido por Emiliano Ruschel e escrito por Bill Labonia, acompanhamos o jovem Junior (Caio Manhente), de 18 anos, que, em busca de seu lugar no mundo, descobre um velho Fusca 76 na garagem de seu avô Batista (Tonico Pereira) — um velho durão, amargurado e &#8220;pocas ideia&#8221;, por assim dizer. Com interesse no Fusca, Junior faz um acordo para ter o carro: fazer uma limpeza na casa do avô; nisso, ele descobre traumas geracionais em sua família. Com isso, o filme debate questões sobre masculinidade frágil, e com um humor bem ousado.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">A direção e o roteiro me fazem lembrar de filmes cafonas da <em>Sessão da Tarde</em>, mas o diferencial é o abraço ao cafona e o fato de não esconder e ser o que é. A dinâmica entre Manhente e Pereira é repleta de carisma, uma química que transborda em tela. Confesso que o filme deveria ter focado menos no cômico e ido mais a fundo no drama, apesar de que o cômico da obra só funciona quando Tonico Pereira está em cena.</p>
</p>
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			<a href="https://ocinemae.com.br/critica_de_filme/a-odisseia/" >
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			<p>Christopher Nolan é um dos mais respeitados cineastas da atualidade. Construiu essa reputação, também, com seu trabalho de roteirista. É alguém interessado em estruturas narrativas</p>
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</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Esperava mais do elenco, principalmente da Cleo Pires e do Danton Mello; e a Giovanna Chaves aqui ficou bem apagada e merecia um certo destaque maior, sim. O personagem de Christian Malheiros é irritante, e a obra perde muito de si mesma ao insistir nele. O maior acerto do filme é Caio Manhente e Tonico Pereira, que salvam a obra da mesmice e trazem reflexões bem pertinentes aos dias atuais.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, <em>O Velho Fusca</em> é cafona, mas é surpreendente, fazendo um feijão com arroz bem feito e entregando um filme que já vimos, só que de forma positiva.</p></p>
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		<title>Down : O Elevador da Morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Eduardo Eufrazio do Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:31:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No longa Down: O Elevador da Morte, escrito e dirigido por Maryus Vaysberg, a trama se assemelha muito à do filme de mesmo nome de 2001, sob a direção de Dick Maas. A história desse longa narra a vida de um casal indo para a tão sonhada lua de mel nas Maldivas. Marina (Anfisa Chernykh) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p class="wp-block-paragraph">No longa <em>Down: O Elevador da Morte</em>, escrito e dirigido por Maryus Vaysberg, a trama se assemelha muito à do filme de mesmo nome de 2001, sob a direção de Dick Maas. A história desse longa narra a vida de um casal indo para a tão sonhada lua de mel nas Maldivas. Marina (Anfisa Chernykh) e Anton (Egor Kreed) veem seu sonho ser interrompido de forma claustrofóbica: eles acabam presos no elevador do 12° andar de um arranha-céu em Moscou.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">O que inicialmente parecia ser uma falha comum ganha contornos aterrorizantes quando se revela um segredo. Havia um homem com eles que provocou o incidente de maneira proposital, que se chamava Victor (Igor Mirkurbanov). Movido por um desejo de retaliação, o homem transforma o elevador em uma armadilha mortal, iniciando um ataque violento e psicológico onde o casal precisará lutar com todas as forças para sobreviver.</p>
</p>
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				A Odisseia			</a>
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			<p>Christopher Nolan é um dos mais respeitados cineastas da atualidade. Construiu essa reputação, também, com seu trabalho de roteirista. É alguém interessado em estruturas narrativas</p>
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</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Até aí, o filme parece interessante, não é mesmo? E, de fato, ele apresenta pontos positivos principalmente no primeiro ato. Mas é aí que você se engana&#8230; De início, pensei que seria mais um daqueles filmes de ação genéricos que se sustentaria e entregaria uma trama coerente com a ideia inicial, mas depois disso o longa se perde total.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Vejo uma direção extremamente perdida na proposta. O roteiro é tão confuso — querendo encher o espectador de muitas informações ao mesmo tempo — que os próprios atores nem sabem como agir; até o casal principal parece perdido em cena, e nem eles conseguem salvar a produção. </p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para piorar, as transições de câmera são extremamente malfeitas, sendo uma cópia bem descarada da técnica usada em Matrix, só que aqui com um tom mais arcade.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, <em>Down: O Elevador da Morte</em> entrega uma trama desconexa que sequer consegue ser boa. O resultado é um verdadeiro fiasco. Decepção total.</p></p>
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		<title>House Of The Dragon  &#124; Temporada 3 &#8211; Episódio 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Eduardo Eufrazio do Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 03:00:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A aguardada House of the Dragon retorna para sua tão esperada terceira temporada. Após uma segunda temporada marcada por intensos debates políticos e uma longa preparação de terreno, o retorno de HOTD não apenas resolve assuntos inacabados na temporada anterior, mas chega dando uma voadora ao entrar na Batalha da Goela logo no início do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p class="wp-block-paragraph">A aguardada <em>House of the Dragon</em> retorna para sua tão esperada terceira temporada. Após uma segunda temporada marcada por intensos debates políticos e uma longa preparação de terreno, o retorno de <em>HOTD</em> não apenas resolve assuntos inacabados na temporada anterior, mas chega dando uma voadora ao entrar na Batalha da Goela logo no início do episódio — um dos confrontos mais brutais do universo de George R. R. Martin. Um episódio que mescla muito bem o espetáculo com o dramático, nos lembrando que, na Dança dos Dragões, o preço do tão sonhado trono é pago filho por filho.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">A direção deste primeiro episódio merece aplausos de pé pela forma de condução da calmaria para a tensão. Em vez de apostar em planos fechados, a fotografia utiliza o contraste entre o azul do mar e as chamas dos temidos dragões para nos situar no conflito entre os Velaryon e a Triarquia.</p>
</p>
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				<h3 class="elementor-post__title">
			<a href="https://ocinemae.com.br/critica_de_seriado/house-of-the-dragon-4/" >
				House Of The Dragon  | Temporada 3 – Episódio 4			</a>
		</h3>
				<div class="elementor-post__excerpt">
			<p>Em House Of The Dragon, a guerra continua avançando, mas esse quarto episódio da terceira temporada dá uma bela desacelerada e fica um pouco abaixo</p>
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				</article>
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<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o verdadeiro coração do episódio está no trágico. A morte de Jacaerys Velaryon (Harry Collett) me pegou desprevenido e deixou um nó na garganta, através de uma direção que nos traz uma morte dolorosa, triste e cruel para o personagem. Ao se privar de uma trilha sonora heroica no momento ápice, focando apenas nos sons secos das flechas e gritos agonizantes, a série despe a guerra de qualquer tipo de romantismo. Collett entrega uma atuação impressionante e de partir o coração, mostrando a transição de seu personagem heróico ao jovem desesperado ao apagar das luzes. Paralelamente, o peso do conflito se reflete do outro lado da moeda, onde vemos uma Alicent (Olivia Cooke) muito mais amedrontada diante das atitudes ousadas de Aemond, mostrando que o medo agora domina Porto Real.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por fim, <em>House of the Dragon</em> retorna corrigindo a principal pulga atrás da orelha dos fãs em relação à sua segunda temporada, acelerando o ritmo sem perder o maior acerto até então: a profundidade dramática de seus personagens. Embora a batalha acabe rápido demais, o episódio é um show. <em>House of the Dragon</em> está de volta, mais sombria, madura e emocionante do que nunca.</p></p>
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