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	<title>Arquivo de Filmes do Estação | O Cinema É</title>
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	<description>Crítica, notícias e trailers sobre filmes e seriados</description>
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		<title>Nino de Sexta a Segunda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Eduardo Eufrazio do Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 23:04:48 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">No longa <em>Nino de Sexta a Segunda</em>, sob direção da estreante Pauline Loquès, acompanhamos uma trama inspirada em fatos reais. O filme narra um fim de semana intenso na vida de Nino (Théodore Pellerin), um jovem que vive um momento de vulnerabilidade ao descobrir um câncer. A partir do momento em que médicos lhe dão duas missões, ele inicia uma busca por um lugar no mundo, lidando com as marcas de seu passado.</p>


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				Minions &amp; Monstros			</a>
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			<p>Entre referências a Hollywood e piadas visuais agressivas, Minions &amp; Monstros peca ao não definir seu público, flertando com o descartável.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A trama se desenrola entre sexta e segunda-feira, período que a diretora utiliza para esculpir um retrato íntimo e visceral da juventude contemporânea, onde a busca por afeto se mistura à urgência de se encontrar no mundo. Como aspirante na direção, Loquès surge de forma arrebatadora em seu primeiro filme, e certamente dará muito o que falar no futuro. <em>Nino de Sexta a Segunda</em> é um filme apaixonante que intercala muito bem os momentos cômicos e dramáticos, além de contar com uma performance espetacular de Théodore Pellerin. Loquès arrebenta na direção e no roteiro. Apesar de alguns deslizes, a atuação de Pellerin e a direção de Loquès não deixam o filme beirar o monótono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, <em>Nino de Sexta a Segunda</em> se consolida como um retrato visceral sobre o viver. Entre as marcas do passado e as incertezas em relação ao futuro, o filme nos ensina que quatro dias — vividos de forma visceral por quem descobriu o valor da vida — podem ser o suficiente para mudar o rumo de uma existência e ressignificar o que é, de fato, pertencer a algum lugar.</p>



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		<title>A Cronologia da Água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Eduardo Eufrazio do Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 14:32:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há filmes que assistimos e filmes que sentimos à flor da pele. A Cronologia da Água é uma catarse necessária sobre o ato de sobreviver.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O longa <em>A Cronologia da Água</em>, sob direção da atriz <strong><a href="https://ocinemae.com.br/kristen-stewart/" type="post" id="14674">Kristen Stewart</a></strong>, é um retrato visceral baseado no livro homônimo de Lidia Yuknavitch. A trama acompanha Lidia (Imogen Poots), uma nadadora talentosa que usa o esporte como refúgio para escapar de um ambiente abusivo, servindo como uma âncora que a impede de se perder totalmente, enquanto tenta, com dificuldade, seguir com sua vida.</p>


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<p class="wp-block-paragraph">A narrativa explora as águas turbulentas da vida, desde a infância marcada por traumas geracionais até a perda de uma bolsa de estudos devido ao vício. Através de uma montagem ousada, que mimetiza a fluidez da memória, Kristen Stewart reflete como Lidia consegue transformar sua dor e tragédias — como o luto — em arte, encontrando sua voz por meio da escrita. Kristen Stewart chega com tudo em seu primeiro filme. Impressionando com um roteiro visceral e uma fotografia repleta de simbolismos, Kristen nos transporta para dentro da obra, fazendo-nos sentir, à flor da pele, os existencialismos presentes na personagem. Imogen Poots entrega a atuação mais crua e visceral de sua carreira, encarnando Lidia com uma força que pulsa diante de nossos olhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua estreia na direção no cinema, Kristen Stewart não apenas adapta uma obra; ela a disseca com uma sensibilidade brutal. <em>A Cronologia da Água</em> é um retrato poderoso de que a dor, quando transformada em arte, deixa de ser um peso para se tornar um ato de sobrevivência. É uma obra catártica, que pulsa, marcando o grande começo de uma diretora que, certamente, ainda dará muito o que falar nas temporadas de premiações.</p>
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