Em House Of The Dragon, a guerra continua avançando, mas esse quinto episódio da terceira temporada dá uma bela desacelerada e fica bem abaixo dos anteriores. Funcionando praticamente para aquecer o território para os próximos capítulos, o episódio é assumidamente mais parado. Continuando diretamente a partir dos acontecimentos do episódio 4, o enredo mostra Ormund Hightower (James Norton) nomeando Daeron Targaryen (Benjamin Evan Ainsworth) como rei, obrigando Rhaenyra a se movimentar e reorganizar suas peças enquanto o Sul ganha contornos ainda mais complexos.
O episódio de House Of The Dragon se constrói na promessa de conflitos futuros do que em grandes acontecimentos no presente. Vemos Sir Criston Cole e sua tropa indo em direção a Harrenhal e investigando o paradeiro de Vhagar, em uma marcha lenta que busca trazer uma atmosfera de tensão. No entanto, por mais que a caminhada das tropas mostre o desgaste dos soldados, a narrativa custa a engrenar. O roteiro prefere focar no drama e nas estratégias, deixando a sensação de que pouca coisa realmente avança ao longo de sua duração.
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Por fim, House Of The Dragon mesmo trazendo de volta aquela pegada política que lembra os velhos tempos de Game of Thrones, o episódio 5 funciona pura e simplesmente como um ponto de transição bastante morno. A série até sabe prender a atenção com suas conspirações, mas o ritmo arrastado escancara que este capítulo veio apenas para preparar o terreno, faltando todo aquele impacto no roteiro que tornou os episódios anteriores muito mais marcantes.




