Em Iron Lung, sob direção de Mark Fischbach e inspirado no jogo de mesmo nome, vemos um futuro onde, após o desaparecimento súbito das estrelas e planetas, a humanidade tenta sobreviver em uma lua que abriga um oceano de sangue. Um prisioneiro (Mark Fischbach) é enviado em uma missão suicida às profundezas em um submarino pequeno e claustrofóbico. Equipado apenas com coordenadas e uma câmera, ele precisa navegar às cegas enquanto descobre, por meio de fotos, que algo aterrorizante está à espreita na escuridão do abismo.
Apesar da boa premissa, Iron Lung falha em muitos aspectos, a começar pelo roteiro oscilante. Temos um primeiro ato ótimo, mas, após isso, o filme torna-se um “pastelão” que tenta ganhar tempo até o desfecho. Embora o último ato tome rumos interessantes, a essa altura eu já estava completamente entediado.

Filme dirigido, escrito, estrelado e financiado por youtuber impressiona pela produção, mas se perde no desenvolvimento de sua história.
Em suma, Iron Lung prometia muito, mas entregou pouco. Possui uma boa fotografia, mas um roteiro que oscila tanto que chega a dar sono.




