Em Iron Lung, sob direção de Mark Fischbach e inspirado no jogo de mesmo nome, vemos um futuro onde, após o desaparecimento súbito das estrelas e planetas, a humanidade tenta sobreviver em uma lua que abriga um oceano de sangue. Um prisioneiro (Mark Fischbach) é enviado em uma missão suicida às profundezas em um submarino pequeno e claustrofóbico. Equipado apenas com coordenadas e uma câmera, ele precisa navegar às cegas enquanto descobre, por meio de fotos, que algo aterrorizante está à espreita na escuridão do abismo.
Apesar da boa premissa, Iron Lung falha em muitos aspectos, a começar pelo roteiro oscilante. Temos um primeiro ato ótimo, mas, após isso, o filme torna-se um “pastelão” que tenta ganhar tempo até o desfecho. Embora o último ato tome rumos interessantes, a essa altura eu já estava completamente entediado.

Pinóquio de Igor Voloshin inicia promissor, mas se perde em galhofa. Uma adaptação sem essência, com fotografia e atuações feitas com preguiça.
Em suma, Iron Lung prometia muito, mas entregou pouco. Possui uma boa fotografia, mas um roteiro que oscila tanto que chega a dar sono.




