Crítica de filme

Iron Lung | Crítica 2

Publicado 2 meses atrás
Nota do(a) autor(a): 2

Em Iron Lung, sob direção de Mark Fischbach e inspirado no jogo de mesmo nome, vemos um futuro onde, após o desaparecimento súbito das estrelas e planetas, a humanidade tenta sobreviver em uma lua que abriga um oceano de sangue. Um prisioneiro (Mark Fischbach) é enviado em uma missão suicida às profundezas em um submarino pequeno e claustrofóbico. Equipado apenas com coordenadas e uma câmera, ele precisa navegar às cegas enquanto descobre, por meio de fotos, que algo aterrorizante está à espreita na escuridão do abismo.

Apesar da boa premissa, Iron Lung falha em muitos aspectos, a começar pelo roteiro oscilante. Temos um primeiro ato ótimo, mas, após isso, o filme torna-se um “pastelão” que tenta ganhar tempo até o desfecho. Embora o último ato tome rumos interessantes, a essa altura eu já estava completamente entediado.

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Pinóquio de Igor Voloshin inicia promissor, mas se perde em galhofa. Uma adaptação sem essência, com fotografia e atuações feitas com preguiça.

Em suma, Iron Lung prometia muito, mas entregou pouco. Possui uma boa fotografia, mas um roteiro que oscila tanto que chega a dar sono.

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Iron Lung poster

Iron Lung

Iron Lung
A18
País: Estados Unidos
Direção: Mark Fischbach
Roteiro: Mark Fischbach, David Szymanski
Elenco: Mark Fischbach, Caroline Kaplan, Troy Baker
Idioma: Inglês

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