Iron Lung | Crítica 2

Publicado 7 meses atrás

Em Iron Lung, sob direção de Mark Fischbach e inspirado no jogo de mesmo nome, vemos um futuro onde, após o desaparecimento súbito das estrelas e planetas, a humanidade tenta sobreviver em uma lua que abriga um oceano de sangue. Um prisioneiro (Mark Fischbach) é enviado em uma missão suicida às profundezas em um submarino pequeno e claustrofóbico. Equipado apenas com coordenadas e uma câmera, ele precisa navegar às cegas enquanto descobre, por meio de fotos, que algo aterrorizante está à espreita na escuridão do abismo.

Apesar da boa premissa, Iron Lung falha em muitos aspectos, a começar pelo roteiro oscilante. Temos um primeiro ato ótimo, mas, após isso, o filme torna-se um “pastelão” que tenta ganhar tempo até o desfecho. Embora o último ato tome rumos interessantes, a essa altura eu já estava completamente entediado.

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Em suma, Iron Lung prometia muito, mas entregou pouco. Possui uma boa fotografia, mas um roteiro que oscila tanto que chega a dar sono.

Autor

  • Paulista, estudante de Cinema e crítico no O Cinema É. Apaixonado por cinema e literatura. Com carinho especial por Shakespeare, Titanic e Game of Thrones, cobriu recentemente o Festival de Cannes 2026

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Iron Lung poster

Iron Lung

Direção: Mark Fischbach
Roteiro: Mark Fischbach, David Szymanski

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