No longa Pinóquio: A Maldição de Madeira, escrito e dirigido por Rhys Frake-Waterfield, o filme continua o universo do Poohverse, iniciado há alguns anos. Para consolar seu neto James, em luto após a perda dos pais, o carpinteiro Gepeto constrói Pinóquio, um boneco de madeira trazido à vida. No entanto, influenciado por uma entidade sombria (a Mãe da Mata) e pelo sinistro Grilo, Pinóquio desenvolve uma visão deturpada do mundo real e se convence de que, para se transformar em um menino de verdade, precisa fazer coisas assustadoras.
Confesso que esse filme me surpreendeu bastante, principalmente ao se assumir como um slasher raiz, focando muito nos assassinatos que a história apresenta, que são bem violentos. Mas, no geral, é um filme com mais pontos negativos do que acertos. Acho que o maior acerto é o vínculo do Pinóquio com o James, que é bem legal até. Mas o resto dos personagens como o Gepeto, e até o grilo são bem rasos.

Duas amigas ficam presas em uma piscina natural de água salgada na Tailândia e viram alvo de uma implacável orca.
Acredito que ele se perde muito ao tentar ser criativo e acaba sendo genérico. Porém, acredito que o maior acerto da obra é não se esconder e ser exatamente o que é! O filme é ruim, e está tudo certo. Ele próprio se assume assim.
Por fim, Pinóquio: A Maldição de Madeira surpreende ao se mostrar como quem é: um filme que é genérico, e também ousado.