No longa Down: O Elevador da Morte, escrito e dirigido por Maryus Vaysberg, a trama se assemelha muito à do filme de mesmo nome de 2001, sob a direção de Dick Maas. A história desse longa narra a vida de um casal indo para a tão sonhada lua de mel nas Maldivas. Marina (Anfisa Chernykh) e Anton (Egor Kreed) veem seu sonho ser interrompido de forma claustrofóbica: eles acabam presos no elevador do 12° andar de um arranha-céu em Moscou.
O que inicialmente parecia ser uma falha comum ganha contornos aterrorizantes quando se revela um segredo. Havia um homem com eles que provocou o incidente de maneira proposital, que se chamava Victor (Igor Mirkurbanov). Movido por um desejo de retaliação, o homem transforma o elevador em uma armadilha mortal, iniciando um ataque violento e psicológico onde o casal precisará lutar com todas as forças para sobreviver.

Christian Camargo e Jason Momoa falham em tirar um bom resultado de sua parceria.
Até aí, o filme parece interessante, não é mesmo? E, de fato, ele apresenta pontos positivos principalmente no primeiro ato. Mas é aí que você se engana… De início, pensei que seria mais um daqueles filmes de ação genéricos que se sustentaria e entregaria uma trama coerente com a ideia inicial, mas depois disso o longa se perde total.
Vejo uma direção extremamente perdida na proposta. O roteiro é tão confuso — querendo encher o espectador de muitas informações ao mesmo tempo — que os próprios atores nem sabem como agir; até o casal principal parece perdido em cena, e nem eles conseguem salvar a produção.
Para piorar, as transições de câmera são extremamente malfeitas, sendo uma cópia bem descarada da técnica usada em Matrix, só que aqui com um tom mais arcade.
Por fim, Down: O Elevador da Morte entrega uma trama desconexa que sequer consegue ser boa. O resultado é um verdadeiro fiasco. Decepção total.




