No longa Murder Mouse: Parque da Morte, escrito e dirigido por Kjell Dokkvarr, a trama acompanha um grupo de adolescentes em busca de fortes emoções que decide invadir o Parque do Mickey, um parque de diversões temático há muito tempo abandonado. O que começa como uma exploração se transforma em um pesadelo de sobrevivência quando eles passam a ser perseguidos por psicopatas.
O filme consegue o inacreditável… errar em tudo o que tenta. A direção de Kjell Dokkvarr é extremamente sem rumo e caricata, o que contribui para que o filme seja completamente genérico, bagunçado e extremamente inassistível. A trama até traz um aspecto interessante sobre tudo aquilo ocorrer porque uma substância deixa as pessoas violentas e a serviço do propósito do, até então, Mickey. Mas é tão ruim que nem consegue sustentar essa ideia por muito tempo. O elenco nem tenta; todos são completamente horríveis em tudo o que tentam. Porém, existe algo pior do que tudo isso: cenas feitas com IA, que chegam a ser lamentável, a forma como o filme insulta seu próprio público.
Por fim, Murder Mouse: Parque da Morte falha praticamente em tudo o que tenta. Simplesmente horrível.