O longa documental Zico: O Samurai de Quintino, sob direção de João Wainer, narra a trajetória do grande ídolo brasileiro Zico, desde a sua infância em Quintino às noites gloriosas no Maracanã. Tudo isso é narrado a partir de arquivos históricos e convidados para lá de especiais. Além de tudo isso, vemos a jornada do ídolo no Japão e a fascinação da torcida rubro-negra pelo craque. Zico é como se fosse uma espécie de ser sagrado para os flamenguistas, por ter reerguido o clube e conquistado grandes feitos.
Zico: O Samurai de Quintino se destaca pela sua montagem. A história é muito bem contada com a ajuda dos arquivos históricos do jogador e narrada de forma frenética — o que de fato se diferencia do gênero documental tradicional —, porém soa confuso por narrar várias coisas ao mesmo tempo, deixando o telespectador meio desorientado. A direção focou em mostrar os grandes feitos do craque em campo, desde o auge no Flamengo em 1974 ao Mundial em 1981, onde se destacou como o grande ídolo do time rubro-negro. Narra também que, devido a grandes pressões, Zico decide jogar no Kashima Antlers, do Japão, onde se destaca e vira ídolo do clube, sendo apelidado de “Espírito Zico”; pois a sua essência dentro de campo se assemelhava à de um samurai — por isso o título “Samurai de Quintino”. Além de ter sido jogador, Zico foi técnico da Seleção Japonesa e do Fenerbahçe, onde também se destacou. Hoje, Zico vive entre o Brasil e o Japão, onde atua como conselheiro do Kashima.

Cinco Tipos de Medo começa como quem sussurra alguma coisa no escuro, criando uma atmosfera que prende mais pela sensação do que pela explicação. Existe
Por fim, Zico: O Samurai de Quintino é um documentário indispensável não apenas para flamenguistas, mas para qualquer entusiasta que deseje entender a construção de um gênio do futebol brasileiro através de uma montagem excepcional.




