Crítica de filme

O Rei do Show

Publicado 55 minutos atrás
Nota do(a) autor(a): 5

Em O Rei do Show, não vemos uma biografia tradicional, mas um cinema de inclusão. Sob a direção vibrante de Michael Gracey, a obra narra a trajetória de P.T. Barnum (Hugh Jackman) como um alicerce: o direito de existir e ser ouvido.

O coração do filme foca naqueles que a sociedade escolheu esconder. Ao reunir pessoas excluídas por suas aparências ou condições, não se cria apenas um show, mas identidade. O filme trabalha a ideia dessas vozes que foram caladas a vida toda e que, agora, lutam com todas as forças para se ter um lugar de pertencimento. Para essas pessoas, o show não é só um show, mas o lugar onde podem ser ouvidos.

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Com ainda mais carinho, James Cameron continua sua saga em meio a uma narrativa envolvente, visuais espetaculares e emoção, embora tropece um pouco.

O coração da obra está em uma trilha sonora arrebatadora, onde canções como “This Is Me” se revelam como um grito de identidade e pertencimento. Mais do que só um filme, O Rei do Show é sobre sermos nós mesmos, sobre encontrar sua própria voz e entender que a beleza está naquilo que nos torna únicos.

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O Rei do Show poster

O Rei do Show

The Greatest Showman
A10
País: Estados Unidos
Direção: Michael Gracey
Roteiro: Jenny Bicks, Bill Condon
Elenco: Hugh Jackman, Michelle Williams, Rebecca Ferguson
Idioma: Inglês

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