Crítica de filme

Se Eu Tivesse Pernas Te Chutaria

Publicado 3 minutos atrás
Nota do(a) autor(a): 5

Se Eu Tivesse Pernas, Te Chutaria, sob direção de Mary Bronstein, acompanhamos a vida agitada de Linda (Rose Byrne), que é mãe solo e cuja filha tem passado por alguns problemas alimentares. Não tem o apoio do pai; todas as responsabilidades recaem sobre ela, que acaba desenvolvendo uma espécie de depressão. Ao mesmo tempo que passa por isso, ela também é psicóloga e atende pacientes neste mesmo caso.

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A direção de Mary Bronstein é simplesmente magnífica: a câmera não desgruda um minuto sequer de Rose Byrne, dando uma sensação de algo sufocante, eletrizante. O roteiro nos apresenta uma narrativa que muitas mães solo vivem, onde os maridos as abandonam e elas têm que lidar com os filhos sozinhas. A atuação de Rose Byrne é de se aplaudir de pé! Apesar da grande concorrência de Jessie Buckley (Hamnet), acredito que não deixa a desejar e mereceu a indicação e os prêmios que ganhou no decorrer da temporada.

Por fim, Se Eu Tivesse Pernas, Te Chutaria é melancólico, cômico e devastador, trazendo uma mãe sobrecarregada sob o peso da maternidade e do viver em uma sociedade incompreensiva.

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Se Eu Tivesse Pernas, Te Chutaria poster

Se Eu Tivesse Pernas, Te Chutaria

If I Had Legs I'd Kick You
A16
País: Estados Unidos
Direção: Mary Bronstein
Roteiro: Mary Bronstein
Elenco: Rose Byrne, Conan O'Brien, A$AP Rocky
Idioma: Inglês

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