Crítica de filme

13 Dias, 13 Noites

Publicado 2 meses atrás
Nota do(a) autor(a): 4

O longa 13 Dias, 13 Noites, sob direção de Martin Bourboulon, narra uma história baseada em fatos reais. O filme se passa em agosto de 2021, durante a queda de Cabul; enquanto as tropas americanas se retiram do Afeganistão e o Talibã retoma o controle da região, a embaixada francesa permanece como um dos últimos postos de diplomacia abertos.

O comandante Bida (Roschdy Zem) e sua equipe de elite assumem a missão arriscada de proteger e evacuar mais de 500 civis franceses e afegãos em meio a um caos de terror. Ao longo de 13 dias e 13 noites de negociações e perigo iminente, eles precisam organizar um comboio para que possam atravessar a cidade sitiada e alcançar o aeroporto antes que o voo parta.

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O longa tem uma direção impecável: um espetáculo de efeitos práticos e atuações contidas que nos fazem sentir na pele o horror que os personagens passam. Apesar de ser um ótimo filme, ele demora para engrenar e se torna repetitivo em alguns momentos para preencher o tempo; no entanto, as atuações salvam a obra nesses trechos.

Por fim, 13 Dias, 13 Noites é uma obra que se sustenta na força do seu elenco. Mesmo quando a narrativa parece andar em círculos, a direção nos mantém presos àquela jornada desesperada, transformando a simples tentativa de fuga em uma luta por sobrevivência.

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13 dias, 13 Noites poster.

13 Dias, 13 Noites

13 jours, 13 nuits
A14
País: França
Direção: Martin Bourboulon
Roteiro: Mohamed Bida, Martin Bourboulon e Trân-Minh Nam
Elenco: Roschdy Zem, Lyna Khoudri e Sidse Babett Knudsen.
Idioma: Francês

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